Erro 404 ao acessar URL sem extensão do ASP.NET MVC no IIS 7 / KB980368

Ao acessar uma URL do ASP.NET MVC, exposto no IIS 7, é lançado o erro 404 Page/Directory not found.

Existem duas maneiras de resolver este erro:

1) Adicionando o atributo runAllManagedModulesForAllRequests na seção Modules do Web.Config.

2) Instalação do KB980368 (http://support.microsoft.com/kb/980368).

A utilização do runAllManagedModulesForAllRequests é necessária para o roteamento de requisições quando não temos o KB instalado, mas a utilização da tag runAllManagedModulesForAllRequests acarreta em overheads de execução desnecessários.

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Padrão Generation Gap

O padrão Generation Gap surgiu da dificuldade de se manter código gerado automaticamente e código escrito manualmente em um mesmo arquivo.

Em primeiro lugar, precisamos contextualizar quando as duas abordagens tornam-se conflitantes.

A partir do momento que temos uma classe gerada automaticamente por alguma ferramenta (por exemplo: Entity Framework Database First) e precisamos adicionar a ela algum comportamento escrito manualmente (algum método, ou propriedade que não será persistida no banco de dados), corremos o risco de perder tais modificações manuais após qualquer atualização da classe gerada automaticamente. Isto é, qualquer modificação gerada a partir de uma atualização do modelo acarretará na perda de qualquer código escrito manualmente.

Criando um componente SQL CLR para o registro de mensagens no event log do Windows

O Common Language Runtime é o coração do .NET Framework. O SQL Server fornece recursos que permitem a incorporação de componentes CLR ao seu ambiente de execução, desta forma podemos construir stored procedures, triggers, user-defined functions, user-defined types e user-defined aggregates utilizando código gerenciado.

Este post descreve os passos necessários para criação de um componente SQL CLR para o registro de mensagens no event log do Windows a partir da execução de stored procedures.

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Tucano Games

No último um ano e meio tenho participado de um projeto do qual tenho muito orgulho e no qual vejo muito futuro. Este projeto é o Tucano Games, onde sou Microsoft MVP Mentor. Junto com os professores Dr. Luciano Araújo e Dr. Carlos Monteiro temos tido a excelente oportunidade de usar nossos conhecimentos para construir um projeto que já tem ajudado muitas crianças e famílias. E, no último dia 28 de Abril, tivemos a felicidade de ganhar o ImagineCup Brasil na Categoria Cidadania Mundial.

TucanoLogoImagineCup

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Visual Studio Summit 2014 – Profiling de Aplicações .NET

Tive a felicidade de participar pela terceira vez do Visual Studio Summit, evento sobre tecnologias Microsoft.

Nesta última participação palestrei sobre Profiling de Aplicações .NET.

Aqui existe um link para o evento Visual Studio Summit 2014.

Mais detalhes sobre o uso de profiling podem ser encontrados neste link: Profiling de Aplicações .NET

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Profiling de Aplicações .NET

Mesmo com o melhor desempenho e os melhores profissionais, problemas relacionados a performance podem surgir. Fazer com que uma aplicação execute de forma performática pode parecer uma tarefa fácil, mas isso pode se tornar uma arte oculta.

Ferramentas de profiling monitoram a execução de uma aplicação com o objetivo de medir os recursos computacionais (tempo, processamento e memória) gastos por um método por toda a sua execução. Seu objetivo é identificar pontos na aplicação que causem problemas em sua execução.

O profiling de aplicações .NET é mais complexo do que aplicações em código de máquina, pois o .NET faz uso de recursos como Application Domains, Garbage Collection, Exception Handling e Just-in-Time Compilation, recursos que tornam o processo de captura dos métodos em execução mais complexo.

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Processos e threads

Nos anos 80 era comum o fato de uma aplicação conter um único processo que executasse um único fluxo de execução. Aplicativos mais complexos, que continham concorrência entre atividades internas, exigiam uma mudança neste comportamento e foram base para uma revolução no modo como os sistemas operacionais funcionavam.

Nesta época percebeu-se que era preciso aprimorar o funcionamento dos processos para que eles fossem associados a múltiplas atividades concorrentes.

Hoje os processos consistem de um ambiente de execução que gerencia diferentes recursos. Dentre estes recursos encontramos as threads, que correspondem a uma abstração do sistema operacional para uma atividade a ser executada.

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Async Methods e sua comparação com Tasks

Métodos assíncronos são convenientes, pois executam trabalhos de longa duração sem bloquear a thread chamadora, isto é, a thread que originou a execução do método assíncrono pode prosseguir a sua execução sem que seja necessário esperar pelo término do método em execução.

Operações tradicionais de criação de métodos assíncronos podem ser complicadas de serem implementadas, sendo difíceis de serem escritas, debugadas e mantidas. Métodos async correm contra estas complicações e facilitam todo o processo de manutenção e criação de métodos assíncronos devido a sua sintaxe enxuta.

A palavra-chave async posicionada antes da definição do tipo de dados de um método (ou lambda expression, ou método anônimo) indica que o mesmo é assíncrono.

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E o ADO.NET nunca deve deixar de ser utilizado

Comumente recebo e-mails sobre: “Qual tecnologia de acesso a dados devo utilizar no meu projeto?”, “O EF é performático o suficiente para fazer isso?”, “Tenho uma rotina de acesso a dados lenta, o que devo fazer?”, “Qual a melhor formar de construir minha camada de acesso a dados?”, etc. A resposta para todas essas perguntas é basicamente a mesma. E sempre acabo me referindo ao ADO.NET como um aliado muito forte (e presente) nas aplicações que desenvolvo. Fato este que gera muita surpresa em todos.

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A construção de camadas de acesso a dados é complexa e exige cuidados. Nos últimos anos muito se tem dito e apoiado o uso de ferramentas de mapeamento objeto-relacional (ORM). Tomo como exemplo este blog, onde muitos de meus posts são sobre o Entity Framework.

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The Hidden expression for the subreport (…) contains an error: Request for the permission of type ‘System.Security.Permissions.SecurityPermission’

Outro dia me deparei com a seguinte exception ao renderizar um report local:

The Hidden expression for the subreport ‘<DataSetName>’ contains an error: Request for the permission of type ‘System.Security.Permissions.SecurityPermission, mscorlib, Version=4.0.0.0, Culture=neutral, PublicKeyToken=b77a5c561934e089′ failed.

Quando processamos um report localmente (leia: fora do Reporting Services) e o Report Viewer carrega uma expressão associada com um assembly, é criado um sandboxed Application Domain (AppDomain) na memória. Esse AppDomain é criado com um conjunto de restrições de segurança.

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