Complexidade Algorítmica

Outro dia participei de uma discussão sobre "O que é a complexidade algorítmica?". Por conta disso, resolvi escrever esse post. Já havia falado sobre complexidade algorítmica entre outros posts deste blog, como neste link, onde falamos sobre o algoritmo de busca binária.

A Teoria da Complexidade Computacional é uma área de conhecimento destinada a avaliação da complexidade de algoritmos.

Esta avaliação trata de analisar o custo computacional de um algoritmo, o qual pode estar relacionado a diferentes fatores, como: tempo de execução, utilização de memória principal, utilização de disco e consumo de energia.

Um algoritmo pode ser tido como solução aceitável quando para qualquer entrada produz uma resposta correta. Entretanto, mesmo resolvendo um problema, um algoritmo pode ser tido como inaceitável, por possuir um custo computacional elevado.

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Padrão Generation Gap

O padrão Generation Gap surgiu da dificuldade de se manter código gerado automaticamente e código escrito manualmente em um mesmo arquivo.

Em primeiro lugar, precisamos contextualizar quando as duas abordagens tornam-se conflitantes.

A partir do momento que temos uma classe gerada automaticamente por alguma ferramenta (por exemplo: Entity Framework Database First) e precisamos adicionar a ela algum comportamento escrito manualmente (algum método, ou propriedade que não será persistida no banco de dados), corremos o risco de perder tais modificações manuais após qualquer atualização da classe gerada automaticamente. Isto é, qualquer modificação gerada a partir de uma atualização do modelo acarretará na perda de qualquer código escrito manualmente.

Delegate Chain Invocation

Callback functions são blocos de código executável que são passados como parâmetro para outro código, que fica responsável por invocá-los quando apropriado.

O modo como callback functions são suportados em cada linguagem de programação é diferente, mas são frequentemente implementados como subrotinas, expressões lambdas ou ponteiros de função.

O tratamento das linguagens não-gerenciadas sobre os callback functions é limitada a apenas um endereço de memória. Este endereço de memória não contém nenhuma informação adicional sobre o tipo de retorno, o número de parâmetros ou os tipos de dados dos parâmetros.

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Gerando registros de log automáticos com o Entity Framework

Uma tarefa bastante recorrente durante o desenvolvimento de sistemas é a criação de rotinas de log. E o Entity Framework facilita a nossa vida quando temos de fazer isso.

Com o Entity Framework podemos criar uma customização que encapsule os comandos que serão enviados para o banco de dados e então adicionar uma lógica que gere os registros de log necessários para cada operação.

log de dados

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Construindo camadas de acesso a dados – Parte V – Unity of Work

O padrão Unit of Work mantém um rastreamento sobre todas as alterações que possam alterar sua fonte de dados durante uma transação. Assim, quando todas as alterações já tiverem sido executadas o padrão fica responsável por persistir todas na fonte de dados.

Geralmente, não somos responsáveis por implementar este padrão, acabamos por consumi-lo em ferramentas de persistência, como: Entity Framework, NHibernate e LINQ to SQL.

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Visual Studio Summit 2013: Patterns para criação de camadas de acesso a dados

Olá!

No último sábado (25/05/2013) tive a honra de participar do Visual Studio Summit 2013.

Participei da edição de 2012 com o tema “Principais novidades do Entity Framework 5” (https://ferhenriquef.com/2012/09/24/visual-studio-summit-2012-principais-novidades-do-entity-framework-5-0/).

Este ano apresentei um conteúdo mais próximo aos tópicos de arquitetura e modelagem de software, falei sobre o tema “Patterns para criação de camadas de acesso a dados”.

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Construindo camadas de acesso a dados – Parte IV – Padrão “Find or Create”

Continuando a série de posts sobre camadas de acesso a dados (se vc não sabe do que estou falando clique aqui: Camadas de Acesso a Dados). Existe um padrão que comumente utilizamos e que não fazemos ideia de que este realmente é um padrão documentado e utilizado por muitos, este é o padrão “Find or Create”.

Este padrão consiste da característica de: buscar um determinado dado na fonte de dados e, se o mesmo não for encontrado, então fazer a sua inclusão. Pode parecer simples, mas é um recurso bastante comum que utilizamos no nosso dia.

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Construindo camadas de acesso a dados – Parte II – Identity Field

Dentro dos diferentes patterns de criação de camadas de acesso dados alguns deles não estão diretamente associados à construção de nossos repositórios, mas estão associados com a adequação da estrutura de nossas entidades a um determinado objetivo.

Este post é sobre um pattern chamado Identity Field.

O padrão Identity Field instrui a utilização de uma propriedade que funcione como chave de identificação de cada entidade das demais, independente do seu tipo de dados, tabela na qual estão salvos ou estrutura.

O objetvo desta chave de identificação é basicamente funcionar como identificador global, que ao contrário dos valores de campos que são chaves primárias (que geralmente são baseados em tipos inteiros, auto-incrementais e que podem se repetir em outras tabelas), agregue uma identificação única daquela tupla no banco de dados e no sistema.

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Construindo camadas de acesso a dados

A principal motivação para o uso de uma camada de acesso a dados (data access layer, DAL) em nossa aplicação é manter os códigos (e as tecnologias) de acesso a dados encapsulados em uma camada que fique responsável por comunicar-se com a fonte de dados, persistindo e recuperando dados de nossas entidades.

Uma camada de acesso a dados deve fornecer recursos para criação, leitura, atualização e exclusão de dados, além de controles de transação, segurança, mapeamento, concorrência, e outros. A sua criação favorece o uso de uma administração centralizada que separa o comportamento da camada de negócios das lógicas de acesso a fontes de dados e serviços.

data-net

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