O padrão Repository é muito utilizado em abordagens que fazem uso de ferramentas de mapeamento objeto relacional (ORM). O objetivo deste pattern é reunir comandos de acesso a dados em uma classe que por meio dos recursos de generics faça as operações de inserção, atualização, exclusão e recuperação de dados.
Categoria: Microsoft
MVP Virtual Conference
Construindo camadas de acesso a dados – Parte II – Identity Field
Dentro dos diferentes patterns de criação de camadas de acesso dados alguns deles não estão diretamente associados à construção de nossos repositórios, mas estão associados com a adequação da estrutura de nossas entidades a um determinado objetivo.
Este post é sobre um pattern chamado Identity Field.
O padrão Identity Field instrui a utilização de uma propriedade que funcione como chave de identificação de cada entidade das demais, independente do seu tipo de dados, tabela na qual estão salvos ou estrutura.
O objetvo desta chave de identificação é basicamente funcionar como identificador global, que ao contrário dos valores de campos que são chaves primárias (que geralmente são baseados em tipos inteiros, auto-incrementais e que podem se repetir em outras tabelas), agregue uma identificação única daquela tupla no banco de dados e no sistema.
Construindo camadas de acesso a dados
A principal motivação para o uso de uma camada de acesso a dados (data access layer, DAL) em nossa aplicação é manter os códigos (e as tecnologias) de acesso a dados encapsulados em uma camada que fique responsável por comunicar-se com a fonte de dados, persistindo e recuperando dados de nossas entidades.
Uma camada de acesso a dados deve fornecer recursos para criação, leitura, atualização e exclusão de dados, além de controles de transação, segurança, mapeamento, concorrência, e outros. A sua criação favorece o uso de uma administração centralizada que separa o comportamento da camada de negócios das lógicas de acesso a fontes de dados e serviços.
.Net Coders
Olá!
No dia 7 de Fevereiro de 2013 tive a honra de participar de um evento no grupo .Net Coders.
O .Net Coders é uma comunidade muito bacana que existe aqui em São Paulo e que a (cerca de) um ano tem agitado a comunidade paulista com diferentes eventos, abordando assuntos gerais da área de tecnologia e mais especificamente, diferentes segmentações da plataforma .Net.
PowerPoint Storyboarding
Essa semana estava conversando com o @MaiconFGuerra e ele me apresentou um recurso que não conhecia, o PowerPoint Storyboarding.
O PowerPoint Storyboarding é uma ferramenta que permite a construção de storyboards por meio do PowerPoint. Com essa ferramenta podemos construir protótipos visuais de maneira bastante rápida, com o auxílio de templates para web, mobile, desktop e Windows 8.
Entity Framework 5 (Internals)
Neste post gostaria de descrever alguns procedimentos importantes para execução de queries via Entity Framework 5. Acredito que a explicação do funcionamento e da existência destes procedimentos pode ajudar na resolução de cenários mais avançados e no entendimento do funcionamento do Entity Framework.
Cold e Warm Queries
A primeira vez que uma query é executada, o Entity Framework executa muito trabalho para carregar e validar o modelo de dados utilizado.
Um modelo arquitetural…
Nos últimos tempos tenho recebido algumas perguntas de como modelo meus projetos, quais design patterns utilizo e como divido minha aplicação em camadas. Estas perguntas possuem apenas uma resposta: depende do caso.
Cada aplicação merece um modelo arquitetural diferente do outro. Cada aplicação exige diferentes design patterns. Cada aplicação funciona de um jeito. Nenhuma aplicação é igual a outra, assim como os dedos das mãos não são iguais.
Mas, como esta pergunta não possui uma resposta certa ou errada, gostaria de demonstrar um modelo arquitetural que me agrada bastante. Este modelo mescla alguns design patterns e alguns princípios de projetos orientados a objetos. A arquitetura da aplicação é a demonstrada abaixo.
Computação Paralela – Paralelismo com C#
Provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre processamento paralelo, paralelismo ou computação paralela. Todos estes termos se referem à forma de computação na qual vários cálculos são realizados simultaneamente, resolvidos de forma separada e concorrente (em paralelo).
A computação paralela é utilizada há muitos anos, principalmente em cenários de alto desempenho que exigem processamento pesado.
Compartilhar rede wireless (Wi-FI) com máquina virtual gerenciada pelo Hyper-V no Windows 8
Este post é bem diferente dos demais!!!!! Gostaria apenas de compartilhar uma experiência que tive de realizar essa semana e que provavelmente será bastante útil para alguém um dia.
Criei uma máquina virtual através do Microsoft Hyper-V no Windows 8 e precisei compartilhar minha conexão wireless com essa máquina virtual, para tanto tive de seguir alguns passos e mesclar as informações de alguns blogs para conseguir atingir meu objetivo![]()

