Construindo camadas de acesso a dados

A principal motivação para o uso de uma camada de acesso a dados (data access layer, DAL) em nossa aplicação é manter os códigos (e as tecnologias) de acesso a dados encapsulados em uma camada que fique responsável por comunicar-se com a fonte de dados, persistindo e recuperando dados de nossas entidades.

Uma camada de acesso a dados deve fornecer recursos para criação, leitura, atualização e exclusão de dados, além de controles de transação, segurança, mapeamento, concorrência, e outros. A sua criação favorece o uso de uma administração centralizada que separa o comportamento da camada de negócios das lógicas de acesso a fontes de dados e serviços.

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.Net Coders

Olá!

No dia 7 de Fevereiro de 2013 tive a honra de participar de um evento no grupo .Net Coders.

O .Net Coders é uma comunidade muito bacana que existe aqui em São Paulo e que a (cerca de) um ano tem agitado a comunidade paulista com diferentes eventos, abordando assuntos gerais da área de tecnologia e mais especificamente, diferentes segmentações da plataforma .Net.

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Um modelo arquitetural…

Nos últimos tempos tenho recebido algumas perguntas de como modelo meus projetos, quais design patterns utilizo e como divido minha aplicação em camadas. Estas perguntas possuem apenas uma resposta: depende do caso.

Cada aplicação merece um modelo arquitetural diferente do outro. Cada aplicação exige diferentes design patterns. Cada aplicação funciona de um jeito. Nenhuma aplicação é igual a outra, assim como os dedos das mãos não são iguais.

Mas, como esta pergunta não possui uma resposta certa ou errada, gostaria de demonstrar um modelo arquitetural que me agrada bastante. Este modelo mescla alguns design patterns e alguns princípios de projetos orientados a objetos. A arquitetura da aplicação é a demonstrada abaixo.

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Computação Paralela – Paralelismo com C#

Provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre processamento paralelo, paralelismo ou computação paralela. Todos estes termos se referem à forma de computação na qual vários cálculos são realizados simultaneamente, resolvidos de forma separada e concorrente (em paralelo).

A computação paralela é utilizada há muitos anos, principalmente em cenários de alto desempenho que exigem processamento pesado.

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Transações

Transações são necessárias quando realizamos um conjunto de operações em um determinado recursos distribuído (banco de dados, serviço  de mensageria, serviço de gerenciamento de arquivos, etc) e queremos garantir a completude deste conjunto de operações ao seu término, evitando que qualquer possível erro durante a execução do conjunto de operações deixe os recursos distribuídos inconsistentes.

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Padrão Bom Cidadão (Good Citizen Pattern)

Olá,

Faz algum tempo que não escrevo e o motivo disto é uma questão de tempo. Devo apresentar meu mestrado no próximo mês de Dezembro e a correria é grande para terminar tudo…

Hoje gostaria de escrever sobre um design pattern que sempre apliquei, mas que não sabia que era um design pattern. Esse tipo de situação é mais comum de acontecer do que parece… Geralmente os design patterns são soluções que as pessoas aplicam no seu dia-a-dia e que após serem consideradas viáveis e reutilizáveis são documentadas em algum catálogo de padrões.

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Criando gráficos com o ASP.Net 4.0 Chart Controls

Olá,

Como bom admirador de dados (técnicas e formatos de persistência em sua maioria) também gosto da parte de visualização de dados. E quando pensamento em “visualização de dados”, logo surge em nossa mente inúmeros tipos de gráficos. Diante disso, gostaria de neste post demonstrar como podemos criar dois tipos de gráficos muito comuns: pizza e colunas. Para tanto utilizaremos o ASP.Net 4.0 Chart Controls, este não é um recurso novo, na verdade seu lançamento veio junto com o ASP.Net 4.0, em 2010.

Para fazer o download do exemplo acesse este link: http://code.msdn.microsoft.com/Criando-grficos-com-o-43caf1a4

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Design Pattern – Façade

O pattern Façade (fachada), pertencente ao catálogo GOF, possui a intenção de estruturar o sistema de forma que se crie uma barreira (fachada) entre um conjunto complexo de instruções (subsistema) e os desenvolvedores (usuários), de forma que o subsistema torne-se mais fácil de ser utilizado e entendido, além de tornar-se reutilizável e confiável por executar sempre a mesma seqüência de passos. (Bishop, 2007, p. 93) (GoF, 1995, p. 179)

“Fornece uma interface unificada para um conjunto de interfaces em um subsistema. O Façade define uma interface de nível mais alto que torna o subsistema mais fácil de usar.” (GoF, 1995, p. 179)

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Entity Framework 4.1 – Armazenamento de arquivos

No Entity Framework 4.1 o armazenamento de dados binários no banco de dados é mais simples. Antes, no LINQ to SQL, era preciso criar uma instância da classe System.Data.Linq.Binary, valorizá-la com os dados binários e atribuí-la a sua propriedade correspondente em nossa entidade. Agora este cenário é mais simples, pois para persistir dados binários é apenas preciso criar uma propriedade do tipo byte[] (byte array) e lhe atribuir os dados diretamente.

Nesta demonstração iremos armazenar dados de qualquer arquivo selecionado, através de uma caixa de dialogo, no banco de dados. Iremos armazenar em nossa tabela: nome do arquivo, caminho, extensão, um valor para checksum e sua representação em binários.

Um checksum (ou hash sum) é uma sequência de dados de tamanho fixo, calculada a partir de um conjunto de dados binários. É um conceito bastante utilizado em tarefas de armazenamento e transmissão de dados. Seu funcionamento se dá pela seguinte forma: 1 – Calcula-se o checksum; 2 – Executa-se o armazenamento ou a transmissão dos dados; 3 – Calculsa-se o checksum dos dados recebidos; 4 – Verifica-se se o checksum calculado antes do armazenamento/envio é o mesmo da recepção, se sim, então os dados trafegaram com sucesso, se não, ocorreu algum desvio ou perda de dados durante o tráfego.

Para o cálculo do checksum utilizamos o algoritmo MD5, existem outros algoritmos de Hash que são mais seguros e produzem sequências maiores (i.e SHA1, SHA256, SHA512). Mas para este exemplo o MD5 é suficiente.

Abaixo o algoritmo utilizado para gravação dos dados binários no banco de dados, além do checksum:

Aqui estão os códigos da classe Arquivo (a entidade que será persistida no banco de dados), a classe ContextoDados (classe que herda de DbContext e faz o papel de proxy para nossas requisições com o banco de dados), e a classe Config (que é responsável por acessar configurações de nossa aplicação, como por exemplo a string de conexão).

Detalhe importante, para a coluna que irá conter os dados binários, o Entity Framework 4.1 criou na tabela uma coluna do tipo varbinary(max).

 

Para fazer download do exemplo acessem http://code.msdn.microsoft.com/Entity-Framework-41-6a79eb9e

[]s e até o próximo!

Por
Fernando Henrique Inocêncio Borba Ferreira.